17/09/2019

Governador eleito, Wilson Lima, anuncia novos titulares da Segurança pública e da Procuradoria Geral do Estado e destaca fortalecimento de diálogo com Aleam para melhorias nas contas públicas

Wilson Lima avaliou como positivo o encontro com os parlamentares e disse que o momento é de abertura de diálogo para encontrar soluções para o equilíbrio fiscal e orçamentário do Governo do Amazonas.

“Discutimos sobre a questão do orçamento e a Assembleia se colocou à disposição para que pudéssemos fazer as alterações necessárias que a nossa Comissão de Transição achar interessante para o ano de 2019. O projeto que estamos construindo é um projeto de diálogo. É fundamental a conversa que vamos ter nos próximos anos tanto com os deputados que permanecerão quanto com os deputados que ficarão até o final dessa legislatura porque a decisão deles vai ter impacto no orçamento e no governo seguinte”.

Segundo o governador eleito, o quadro orçamentário do Estado é preocupante devido a um déficit que ultrapassa R$ 1 bilhão. Enfatizou que o próximo ano será de desafios e trabalho árduo para manter o equilíbrio financeiro das contas públicas

“Estamos fechando o relatório da equipe de transição para ser divulgado para assembléia legislativa, imprensa e a sociedade. Mas sabemos que vamos terminar o ano com um déficit acima de R$ 1 bilhão e tecnicamente o gasto com pessoal já ultrapassado. O teto máximo desse gasto é de 49%, e quando ultrapassa o Governo do Estado fica inviabilizado de fechar novos convênios e de receber alguns repasses. Tudo isso é um indicativo de que devemos começar um governo com enxugamento na máquina para que ela possa ser eficiente e as contas possam ficar equilibradas”.

*Avaliação* – Wilson Lima também enfatizou que todos os orçamentos das principais pastas e os reajustes das categorias serão avaliados para concretizar os repasses, conforme a necessidade financeira estadual.

“Saúde e segurança pública são prioridades. Vamos rever direito o que está sendo destinado a essas áreas, assim como o reajuste que dever ser pago para as polícias Militar e Civil, para saúde, educação e compromissos que já foram firmados para as categorias. Estamos analisando todos esses valores para que possamos fazer o remanejamento necessário”.

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