25/05/2024

Tarcísio mente para justificar atraso de oxigênio em Manaus

         

 

O primeiro bloco do debate entre candidatos a governador de São Paulo, na Rede Globo, na noite desta quinta-feira (27), teve boa parte do tempo ocupado por uma discussão de um caso revelado em reportagem do Brasil de Fato, que mostrou que um erro logístico cometido em janeiro de 2021, por Tarcísio de Freitas (Republicanos), então ministro da Infraestrutura e oponente de Fernando Haddad (PT), atrasou em até 66 horas a chegada de 160 mil m³ de oxigênio a Manaus (AM).

O candidato petista lembrou, durante o embate, que a Força Aérea Brasileira (FAB) não disponibilizou aeronaves para transportar o oxigênio de Porto Velho (RO) até Manaus (AM). O ex-ministro bolsonarista tentou argumentar dizendo que aviões não poderiam transportar a quantidade necessário de tubos de oxigênio. Porém, à época, o próprio governo federal optou que a empresa White Martins levasse oxigênio hospitalar de avião ao estado, e não a FAB.

A decisão equivocada de Tarcísio, citada por Haddad, se deve ao fato de que o meio mais rápido de transporte de oxigênio para a capital amazonense teria sido a hidrovia do rio Madeira, mas o governo federal optou pela rodovia BR-319, que estava intrafegável naquela época do ano. As conclusões são de um artigo científico cujo teor foi conhecido pelo Brasil de Fato. O estudo foi produzido pelo biólogo Lucas Ferrante, mestre e doutor em Biologia (Ecologia) pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

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