Educação técnica forma jovens para a nova economia e fortalece soberania ambiental, defende Tadeu de Souza

Em artigo publicado nesta sexta-feira (16) no jornal Gazeta do Povo, o vice-governador do Amazonas Tadeu de Souza defendeu a educação técnica como eixo estratégico para inserir a juventude amazonense na chamada nova economia, marcada pelo avanço de tecnologias sustentáveis, da bioeconomia e dos chamados empregos verdes.
No texto, Tadeu destaca que a formação profissional vai além da geração de renda e assume papel central na garantia da soberania ambiental e produtiva do país. Segundo ele, não há preservação da Amazônia sem oportunidades de trabalho para a população local, o que torna a educação uma política estrutural de Estado.
“Formar jovens para esse tipo de mercado é mais do que gerar renda: é garantir soberania ambiental e produtiva. Não haverá Amazônia preservada sem Amazônia empregada. Por isso, a educação, da alfabetização à formação técnica, precisa ser tratada não como promessa de governo, mas como política de Estado”, escreveu.
O vice-governador, que é técnico em Eletrônica formado pela Fundação Matias Machline, também ressaltou a importância de instituições públicas como o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam) na oferta de cursos profissionalizantes gratuitos em todo o estado, ampliando o acesso da juventude à qualificação técnica.
Para Tadeu de Souza, o ensino técnico funciona como elo entre a formação educacional e o mercado de trabalho, com impacto direto na redução das desigualdades sociais. Ele argumenta que a capacitação permite que jovens amazonenses estejam preparados para atender às demandas atuais da indústria e da economia verde.
“O ensino técnico é o elo entre o Amazonas que sonha e o que trabalha. Quando uma mãe vê o filho formado e empregado, não é apenas uma conquista pessoal, é uma virada silenciosa no destino de uma comunidade”, afirmou.
No artigo, o vice-governador defende que a educação técnica é um instrumento fundamental para inserir o Amazonas na nova dinâmica econômica global, baseada na valorização da floresta em pé, na bioeconomia, nas construções sustentáveis e em cadeias produtivas de baixo impacto ambiental.
“A educação técnica é o passaporte para que a juventude do Amazonas participe da nova economia. O futuro não virá de fora. Ele é construído todos os dias, por quem insiste, por quem não desiste e por quem lidera”, concluiu.
Fonte: Fatos Marcantes
Foto: Divulgação




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