“Até briga de casal”: presidente do Senado, Davi Alcolumbre, é acionado para resolver demandas inusitadas, diz deputado no Amapá

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), estaria sendo acionado no Amapá até para resolver problemas conjugais e pedidos de transporte para o interior do estado. A declaração foi feita pelo deputado estadual Roberto Góes (União Brasil), durante sessão na Assembleia Legislativa do Amapá (Alap).
Segundo o parlamentar, o senador acaba acumulando demandas que vão muito além da articulação política em Brasília.
“Já vi gente que brigou com a mulher, com marido, liga pro Davi pra ajudar a resolver o relacionamento pra voltar”, afirmou Roberto Góes em plenário.
O deputado também relatou pedidos considerados inusitados feitos diretamente ao presidente do Senado.
“Às vezes precisa de um avião pra ir pra Oiapoque, tem que ligar pro presidente pra resolver”, declarou.
Ao comentar o tema, Roberto Góes disse que muitas dessas situações poderiam ser solucionadas localmente, sem necessidade de acionar Davi Alcolumbre, que hoje ocupa uma das funções mais importantes da política nacional.
“A agenda do Davi é muito forte”, disse o parlamentar ao destacar o volume de demandas recebidas pelo senador.
A fala ocorreu durante um debate sobre investimentos públicos, enchentes e infraestrutura no Amapá. Roberto Góes reforçou o alinhamento político dentro do grupo governista e destacou que ele, Davi Alcolumbre, o governador Clécio Luís (União Brasil) e a presidente da Assembleia Legislativa, deputada Aline Gurgel (União Brasil), pertencem ao mesmo partido.
O deputado ainda atribuiu à bancada federal liderada por Davi Alcolumbre a chegada de recursos históricos ao estado.
“Historicamente nunca veio tanto recurso para esse Estado depois desse trabalho feito pela bancada”, afirmou.
Durante o discurso, Roberto Góes também saiu em defesa do governador Clécio Luís e rebateu críticas feitas pelo deputado Lorran Barreto (PSD), afirmando que o governador “tem trabalhado”.
Além disso, criticou administrações anteriores e mencionou obras que classificou como caras e mal executadas, citando a avenida Jaci Barata como exemplo.




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