Mais de 700 empresas no Amazonas terão que comprovar destino correto do lixo produzido

Prazo para envio de planos termina e começa etapa de análise; empresas terão que mostrar como lidam com resíduos
Mais de 700 empresas no Amazonas entraram em uma nova etapa de controle ambiental após o envio de planos que mostram como lidam com o descarte de resíduos. Ao todo, 32 propostas foram apresentadas dentro do prazo e agora passam por análise do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas.
Além disso, cerca de 100 empresas informaram que não se enquadram nas regras e apresentaram justificativas. A exigência faz parte de uma norma estadual que obriga empresas a se responsabilizarem pelo destino final do lixo que produzem, como embalagens, materiais descartáveis e outros resíduos.
Na prática, a chamada logística reversa significa que empresas precisam garantir que esses materiais sejam recolhidos e tenham uma destinação correta, como reciclagem ou reaproveitamento, evitando impactos ao meio ambiente.
Segundo o diretor-presidente do órgão, Gustavo Picanço, a análise agora vai verificar se os planos apresentados atendem às regras. “Agora, o foco é avaliar se esses planos estão adequados e orientar as empresas sobre os próximos passos”, afirmou.
A próxima etapa será a entrega de relatórios até o fim de 2026, comprovando se as metas foram cumpridas. Esses dados vão ajudar a medir se as ações estão funcionando na prática.
Todo o processo é feito por meio de um sistema online, onde as empresas cadastram informações, enviam documentos e acompanham as exigências. A ideia é aumentar o controle sobre o lixo gerado e reduzir os impactos ambientais no estado.




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